quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pobreza e riqueza na África


No decorrer dos últimos anos, a África vem sofrendo com a pobreza e com a miséria, um problema que esta afetando a todos que moram nesse continente. As profundas desigualdades na distribuição da riqueza no mundo atingem atualmente proporções verdadeiramente chocantes e o número de pobres não para de crescer, principalmente nos países africanos. Com o aumento da pobreza, nos últimos 30 anos, as grandes quantidades de pessoas que se sustentam com apenas 1,00 dólar acabam se duplicando, fazendo com que a pobreza aumente cada vez mais. A maior riqueza da África são os recursos minerais, explorados na República da África do Sul (ouro, diamantes, urânio, vanádio, níquel etc.) e no planalto de Katanga, no Zaire (cobre, zinco, chumbo, estanho), o que favoreceu um importante desenvolvimento industrial nessas regiões. Outros abundantes recursos do subsolo africano são o ferro, a bauxita, o manganês e o cobalto. O Saara possui grandes reservas de fosfatos, petróleo e gás natural. O continente é pobre em jazidas de carvão, mas o enorme potencial hidrelétrico de seus rios e lagos constituem importante fonte de energia, capaz de impulsionar o desenvolvimento industrial. As principais represas são as de Assuã, no rio Nilo (Egito), Owen Falls, na cabeceira do mesmo rio (Uganda), Akosomba, no Volta (Gana), e Kariba, no Zambeze (Zâmbia-Zimbábue).

A Africa não comerá estadios

Bem gente... fazendo este blog me deparei com várias coisas várias opiniões diferentes...
O que pude constar eh que a Africa é um lugar maravilhoso...
com seus animais, seu povo, seus costumes que tanto influenciaram a nossa cultura Brasileira
mas temos que lembrar que para nós o futebol deve ser puro entretenimento, mas para os jogadores, para os dirigentes e para a FIFA, já não é esporte, é puro negócio, e dos grandes. E não tão limpo.
Por ser um grande negócio é que esta copa foi parar num país que não precisava de copa do mundo e seus estádios maravilhosos e caros. As pessoas daquele lugar precisam de saneamento, hospitais, educação e toda infra-estrutura básica de uma cidade civilizada.

E sim eles arrumaram estradas, levantaram estadios maravilosos, mas esconderam a população pobre, esconder não irá fazer com que elas melhorem, e sim se sintam humilhadas, ok tudo bem, aumentará o comercio, a imagem que a Africa passará será linda, mas e essas pessoas famintas que morrem de AIDS que querem,precisam de ajuda, o que acontecerá com elas?
"Podemos seguramente dizer que temos bons retornos sobre o nosso investimento, o que inclui 33 bilhões de rands (4,28 bilhões de dólares) gastos em infraestrutura de transportes, telecomunicações e estádios", disse Zuma durante um almoço.

espero que a população ganhe alguma coisa! não poderão comer estadios!

África do Sul crê que pode sediar Olimpíada


O presidente Jacob Zuma deu nesta sexta-feira, 2, outro forte indício de que a África do Sul, depois de ser o primeiro país africano a sediar a Copa do Mundo, tentará também receber uma Olimpíada. "Eu não vejo por que não podemos concorrer para sediar a Olimpíada", disse."As pessoas já estão falando sobre a possibilidade de concorrer a [outros] grandes eventos e estamos apoiando isso
Zuma disse que a África do Sul tem os recursos e a infraestrutura necessários e uma candidatura olímpica é "importante para a África". Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional, revelou que vai discutir uma possível candidatura sul-africana com o presidente sul-africano, no dia 11 de julho, na final da Copa do Mundo.
Zuma descreveu a primeira Copa do Mundo da África como um "torneio de indiscutível sucesso" e "provou que não só a África do Sul, mas a África é capaz de receber qualquer grande evento". Ele disse que a África do Sul provou que as pessoas que duvidavam da capacidade do país para construir estádios e lidar com questões de segurança estavam erradas. "Hoje, um monte de pessoas que são bastante honestas disseram: ''Nós confessamos, nós estávamos errados sobre o seu país''".
A África do Sul se tornou a primeira anfitriã a ser eliminada na primeira fase da Copa do Mundo, mas Zuma avaliou que a equipe dirigida por Carlos Alberto Parreira jogou um "bom futebol".

investimentos na Copa segunda Juma

O presidente sul-africano Jacob Zuma considerou nesta terça-feira na Cidade do Cabo que os investimentos feitos por seu país para receber a Copa do Mundo foram um "êxito econômico" que já rende frutos.
"Podemos dizer sem problemas que obtivemos benefícios de nossos investimentos", disse o mandatário sul-africano, referindo-se aos cerca de quatro bilhões de euros investidos antes do início da competição.
"O investimento nos estádios criou cerca de 66.000 novos empregos no setor da construção. Os R$ 297 milhões investidos em segurança permitiram contratar 40.000 novos policiais", acrescentou em uma entrevista coletiva à imprensa realizada na Cidade do Cabo (sudoeste).
Jacob Zuma também elogiou a união do povo durante a competição, pois o evento uniu nos estádios cidadãos de todas as etnias do país, dezesseis anos depois do fim do Apartheid.
"Os benefícios são inestimáveis. Vimos uma união notável, um patriotismo e uma solidariedade entre os sul-africanos como nunca antes", disse Zuma com satisfação.
"É um bom sinal para a consolidação, a reconciliação e a amizade de nosso jovem país. Temos a intenção de construir sobre este êxito", indicou o mandatário, antes da primeira semifinal.
Uruguai e Holanda se enfrentam nesta terça-feira, às 15h30 (de Brasília), na Cidade do Cabo. Alemanha e Espanha disputam a última vaga na final nesta quarta, no mesmo horário, em Durban.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Transporte e estádios consomem 75% do orçamento total


O governo da África do Sul informou nesta quarta-feira que investiu 33 bilhões de rands, o equivalente a R$ 7,5 bilhões, em obras para a Copa do Mundo. A maior fatia dos gastos, cerca de 75%, foi destinada ao sistema de transporte (R$ 2,95 bi) e aos estádios (R$ 2,65 bi).

Dos dez estádios que estão sendo usados no Mundial, cinco foram inteiramente construídos (em Durban, Porto Elizabeth, Polokwane, Nelspruit e na Cidade do Cabo), um sofreu profundas reformas (o Soccer City, em Joanesburgo) e quatro receberam apenas pequenos ajustes (os de Pretória, Bloemfontein, Rustenburgo e o Ellis Park, em Joanesburgo). O governo gastou R$ 700 milhões acima do orçamento previsto para a construção e reforma dos estádios, mas, em contrapartida, diz que as obras geraram mais de 130 mil empregos, diretos e indiretos.
Os investimentos em transporte se concentraram principalmente em dois projetos. O primeiro é uma linha rápida de ônibus que já funciona parcialmente, mas que deve ser ampliada até o Mundial. O outro é um trem para ligar áreas estratégicas de Joanesburgo e Pretória - esse, no entanto, está mais atrasado e deve ter apenas alguns trechos em funcionamento até o fim da Copa.

Reformas em aeroportos, modernização das telecomunicações e investimento em segurança foram os outros três pontos que consumiram, cada um, mais de R$ 300 milhões dos cofres do governo.

sábado, 26 de junho de 2010

A fome na África


Muitas pessoas se chocam com imagens como esta porém este é um problema que todos criticam mas ninguém faz nada para mudar essa situação! Este é o maior problema da atualidade, esquecido por tudo e todos que dão atenção a epidemias que podem ser curadas, a problemas entre países mas se esquecem dos esfomeados da Africa.
A fome na Africa é um problema que atinge todo o continente, as tribos de africanos não possuem pecuaria ou mesmo terra e as gvuerras civis entre grupos independentes agravam a situação da miséria e fome no continente todo.
Ajudar algum tipo de instituição que luta contra a fome na Africa é quase inutil, apenas 10% das doações chegam no continente e nos perguntamos, os bilhoes gastados na Africa não poderiam acabar com essa situação? ao menos amenizala?

domingo, 20 de junho de 2010

Benefícios a África


Os benefícios são muitos a Copa do Mundo trará benefícios duradouros para a África do sul, o mundo tem uma imagem fixa de lá, um País pobre, passando fome, pessoas com Aids, uma pobreza sem fim... e de fato grande parte das pessoas vivem assim. O que acontecerá será as obras em infra-estrutura que gera também empregos,serviço de hotelaria, transportes, devido a imagem que a copa passará de um país belo e feliz, o turismo aumentará diminuindo o desemprego e aumentará a entrada de dinheiro estrangeiro no País.
Embora muitas pessoas digam que não passará de uma amnésia interna, em que se gasta bilhões em estadios e as pessoas continuam na mesma situação. Cabe ao País saber administrar e voltar o dinheiro que com essa copa a África irá receber para algo construtivo para que os habitantes possam viver melhor.


sábado, 19 de junho de 2010

Pobres foram retirados a força de regiões próximas ao estádio da Copa


De acordo com ativistas da cidade de Cabo na África do Sul, moradores pobres que viviam em albergues ou prédios invadidos próximo a estádios ou pontos turísticos foram retirados a força, simplesmente para “embelezar a cidade”.
Os moradores foram levados para um assentamento chamado de Blikkiesdorp, que na realidade são semelhantes a contêineres, além disso, os barracões de metal foram cercados por um muro bem alto de concreto, simplesmente para ocultar por completo os moradores e a pobreza do país.
Segundo a moradora, Shirley Fisher os moradores foram retirados simplesmente por causa da Copa.
De acordo com o jornal Washington Post, ativistas denunciaram que o governo sul-africano removeu milhares de famílias pobres, e todas foram levadas para assentamentos semelhantes.
Outro morador afirma que as moradias se assemelham a um campo de concentração, pois famílias inteiras dividem o mesmo barracão com outras famílias, segundo ele, em média cada quarto abriga cerca de 7 pessoas.
Outros moradores dizem que os locais dos assentamentos são tão distantes do centro da cidade, que a condução ficou tão cara a ponto de não conseguirem mais enviar seus filhos para a escola e até mesmo ao médico.
O governo ao ser questionado sobre a condição em que vivem os moradores pobres, afirmou que os mesmos não foram removidos por causa da Copa, disse ainda que as moradias são provisórias até o governo conseguir construir casas decentes.
Apesar disso, outros moradores denunciaram a ONG’s que qualquer pessoa pobre que se aproxime dos locais visitados pelos turistas ou jogadores, está sendo retirado por policiais de forma brutal.
Diante disso, alguns moradores pobres afirmaram que agora vivem um novo apartheid só que com caras novas.

A verdadeira Africa do Sul



A copa do mundo de 2010 está sendo cediada na África o continente
mais extenso (atrás da Ásia e das Américas ) com cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta.
É o segundo continente mais populoso da terra (atrás da Ásia) com cerca de 900 milhões de pessoas.
É país anfitrião do mundial, comemora ao lado de pessoas do mundo todo o sentimento de patriotismo que assola ocasiões como esta, imagem real passada pelas câmaras de quem está vendo ao vivo o acontecimento quase faz cair no esquecimento os vestígios do apartheid e da colonização européia que ainda amargam a vida dos africanos.

O presidente do país, Jacob Zuma, e o presidente da FIFA tiveram seus momentos de glória expostos ao público. Palavras de agradecimento pela oportunidade de sediar a copa disfarçam as distorções dos verdadeiros efeitos da instalação da Copa do Mundo, principalmente em países do grupo subdesenvolvido. Mas é claro, alguém sempre sai perdendo.

No imaginário popular a Copa do mundo traz oportunidades intermináveis de emprego, desenvolvimento e destaque do país em âmbito internacional. Mas o que não é exposto ao grande público são as condições distorcidas que estes países precisam aceitar para dar um gosto de “africanismo”, “brasilidade”, entre outros patriotismos ao seu povo

O país que cair na tentação de sediar a Copa do Mundo tem de aceitar todas as exigências da FIFA. Todo e qualquer material relacionado ao evento é isento de taxas alfandegária. Ou seja, além de o país ter de arcar com todas as despesas sozinho, deixa de arrecadar.

Além de tudo, todo produto e toda menção feita à copa é de poder da FIFA. Assim, mesmo um camelô que quiser vender figurinhas de jogadores ou "geladinho" com nome em homenagem aos jogadores deve prestar esclarecimento e contas à instituição.

A mão de obra necessária para reformas e construções dos vários prédios erguidos durante o evento são trazidas do exterior para o país escolhido. E para a manutenção dessas pessoas, existem vários requisitos. De acordo com a Piauí, por exemplo, na África, estudantes de uma escola local foram desalojados e ficaram sem aulas para dar lugar aos que verdadeiramente constroem a Copa. Milhões gastos em prédios que possivelmente se transformarão em elefantes brancos, e não há dinheiro para construir alojamento para pedreiros, engenheiros, entre outros.


E quem achar que o objetivo da FIFA é levar desenvolvimento aos países escolhidos deve ficar de olho nas declarações da comitiva do mundial. De acordo com a publicação da Revista Piauí, há três anos uma comitiva da FIFA vistoriou os estádios da África do Sul. No país, ao avistar um dos estádios, que sem acaso nenhum, era parte de uma periferia, um dos inspetores declarou ao jornal Mail & Guardian que “os bilhões de espectadores não querem ver favelas e pobreza pela televisão”.

Ao que tudo indica, os interesses da Fifa não são totalmente compatíveis com as imagens mostradas nos tocantes clipes divulgados na abertura da Copa. A humanidade de cada um existe sim, com certeza também no seleto e rico grupo que compõe o quadro. Porém, mais que isso, a visão deslumbrada de lucro e prestígio deveriam ser o slogan da Federação Internacional de Futebol. E daqui quatro anos, é a vez dos brasileiros serem explorados.

É país anfitrião do mundial, comemora ao lado de pessoas do mundo todo o sentimento de patriotismo que assola ocasiões como esta, imagem real passada pelas câmaras de quem está vendo ao vivo o acontecimento quase faz cair no esquecimento os vestígios do apartheid e da colonização européia que ainda amargam a vida dos africanos.

O presidente do país, Jacob Zuma, e o presidente da FIFA tiveram seus momentos de glória expostos ao público. Palavras de agradecimento pela oportunidade de sediar a copa disfarçam as distorções dos verdadeiros efeitos da instalação da Copa do Mundo, principalmente em países do grupo subdesenvolvido. Mas é claro, alguém sempre sai perdendo.

No imaginário popular a Copa do mundo traz oportunidades intermináveis de emprego, desenvolvimento e destaque do país em âmbito internacional. Mas o que não é exposto ao grande público são as condições distorcidas que estes países precisam aceitar para dar um gosto de “africanismo”, “brasilidade”, entre outros patriotismos ao seu povo

O país que cair na tentação de sediar a Copa do Mundo tem de aceitar todas as exigências da FIFA. Todo e qualquer material relacionado ao evento é isento de taxas alfandegária. Ou seja, além de o país ter de arcar com todas as despesas sozinho, deixa de arrecadar.

Além de tudo, todo produto e toda menção feita à copa é de poder da FIFA. Assim, mesmo um camelô que quiser vender figurinhas de jogadores ou "geladinho" com nome em homenagem aos jogadores deve prestar esclarecimento e contas à instituição.

A mão de obra necessária para reformas e construções dos vários prédios erguidos durante o evento são trazidas do exterior para o país escolhido. E para a manutenção dessas pessoas, existem vários requisitos. De acordo com a Piauí, por exemplo, na África, estudantes de uma escola local foram desalojados e ficaram sem aulas para dar lugar aos que verdadeiramente constroem a Copa. Milhões gastos em prédios que possivelmente se transformarão em elefantes brancos, e não há dinheiro para construir alojamento para pedreiros, engenheiros, entre outros
E quem achar que o objetivo da FIFA é levar desenvolvimento aos países escolhidos deve ficar de olho nas declarações da comitiva do mundial. De acordo com a publicação da Revista Piauí, há três anos uma comitiva da FIFA vistoriou os estádios da África do Sul. No país, ao avistar um dos estádios, que sem acaso nenhum, era parte de uma periferia, um dos inspetores declarou ao jornal Mail & Guardian que “os bilhões de espectadores não querem ver favelas e pobreza pela televisão”.
Ao que tudo indica, os interesses da Fifa não são totalmente compatíveis com as imagens mostradas nos tocantes clipes divulgados na abertura da Copa. A humanidade de cada um existe sim, com certeza também no seleto e rico grupo que compõe o quadro. Porém, mais que isso, a visão deslumbrada de lucro e prestígio deveriam ser o slogan da Federação Internacional de Futebol. E daqui quatro anos, é a vez dos brasileiros serem explorados